sábado, 27 de fevereiro de 2016

O EFEITO LUCÍFER




Alguma vez você já teve a sensação de ter feito algo ruim, mas que aquilo não tinha a ver com você? Uma explosão de raiva, algo impensado que possa deliberadamente ter prejudicado outrem, ou outra atitude extrema que normalmente não teria? Pois você pode ter agido sob influência do efeito Lúcifer.
 O termo tem origem no famoso estudo do Presídio de Stanford, realizado quatro décadas atrás pelo psicólogo americano Philip Zimbardo, na Universidade de mesmo nome. Na ocasião Zimbardo foi responsável por uma experiência que ficaria célebre por seu dramático desfecho. Através de um anúncio no jornal, ele recrutou estudantes de graduação para participar de uma pesquisa: recriar num laboratório o ambiente de uma prisão, de forma a estudar o comportamento dos seus participantes. Mas o que era para ser um inocente experimento em psicologia, terminou revelando um lado sombrio do ser humano. Divididos aleatoriamente entre guardas e prisioneiros, os 24 voluntários paulatinamente assumiram papéis macabros e foram tomados por um estranho comportamento, que mais tarde seria batizado com o título “o Efeito Lucífer”.



Guardas tornaram-se implacáveis algozes, enquanto que os cativos transformaram-se em alvos submissos de até então impensáveis crueldades. Que estranhos mecanismos teriam tornado possível tamanha transformação? Que malignas influências seriam capazes de operar tão dramática metamorfose?
 Planejado para durar duas semanas, o experimento precisou ser interrompido depois de apenas seis dias, de tão insuportável o ambiente que fora criado. Ainda assim, o próprio líder do empreendimento permanecia alheio ao que ali ocorria - tanto que o encerramento do estudo só se deu após o alerta de visitantes externos. Tão imerso estava em seu papel, que Zimbardo não enxergava as atrocidades praticadas embaixo do seu nariz.
 O experimento do Presídio de Stanford trazia à tona o indelével e muitas vezes imperceptível poder do ambiente sobre as pessoas. A poderosa influência do contexto sobre o comportamento humano, das situações sobre a disposição interna, da coletividade sobre a individualidade. Para o pesquisador, o opressor funcionamento de uma instituição como uma prisão - ou uma empresa - servia como uma poderosa ilustração do poder de forças sistêmicas e situacionais sobre uma ilusória sensação de invulnerabilidade do caráter. Revelava, assim, o impacto tóxico de sistemas doentes e situações extremas, fazendo com que pessoas boas se comportassem de forma patológica, opostas à sua própria natureza.


 Numa empresa - assim como na maioria das instituições - as situações reformulam os sistemas e criam contextos comportamentais que influenciam as ações humanas daqueles sob o seu controle. Em algum momento, sistemas adquirem vida própria, tornando-se entidades autônomas e independentes, tanto dos que os iniciaram, quanto daqueles (aparentemente) no controle. Eles desenvolvem, então, suas culturas individuais formando, conjuntamente, o próprio tecido de uma sociedade. Deste modo, sistemas doentes acabam por contaminar também suas engrenagens, disseminando sua influência negativa por todo o ambiente.


Zimbardo identificou, ainda, os sete passos que podem fazer com que pessoas boas sejam capazes de atitudes ruins:
-dar o primeiro pequeno passo sem pensar;
- desumanização própria (quando se está anônimo numa multidão, sua maldade é diluída entre os demais);
- desumanização do outro (é mais fácil fazer mal a alguém quando não se vê ou não se sabe quem é essa vítima);
-difusão da responsabilidade pessoal;
- obediência cega à autoridade;
 -adesão passiva às normas do grupo;
- tolerância passiva à maldade através da inatividade ou indiferença.
 O Experimento de Stanford serviu para alertar que a linha imaginária que gostamos de traçar entre nós, pessoas boas, e eles, pessoas más, talvez não seja tão impermeável quanto nos conforta pensar que é. Mostrou, além disso, que todos nós temos a capacidade de sermos santos ou pecadores, altruístas ou egoístas, gentis ou cruéis, dominantes ou submissos, perpetradores ou vítimas, prisioneiros ou guardas. E que talvez sejam as circunstâncias que determinem qual de nossos inúmeros modelos mentais - ou potenciais - serão desenvolvidos e aplicados.



Fonte: www.pharmacoathing.com.br

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

SEQUÊNCIA FIBONACCI

michele spiral
É uma sucessão de números que, misteriosamente, aparece em muitos fenômenos da natureza. Descrita no final do século 12 pelo italiano Leonardo Fibonacci, ela é infinita e começa com 0 e 1. Os números seguintes são sempre a soma dos dois números anteriores. Portanto, depois de 0 e 1, vêm 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34…
Ao transformar esses números em quadrados e dispô-los de maneira geométrica, é possível traçar uma espiral perfeita, que também aparece em diversos organismos vivos. Outra curiosidade é que os termos da sequência também estabelecem a chamada “proporção áurea”, muito usada na arte, na arquitetura e no design por ser considerada agradável aos olhos. Seu valor é de 1,618 e, quanto mais você avança na sequência de Fibonacci, mais a divisão entre um termo e seu antecessor se aproxima desse número.
Fibonacci_Spiral_GeoGebra
GIRANDO, GIRANDO
Exemplos na natureza em que a sequência ou a espiral de Fibonacci aparece
CONCHA DO CARAMUJO

Cada novo pedacinho tem a dimensão da somados dois antecessores
CAMALEÃO

Contraído, seu rabo é uma das representações mais perfeitas da espiral de Fibonacci
ELEFANTE

Se suas presas de marfim crescessem sem parar, ao final do processo, adivinhe qual seria o formato?
GIRASSOL

Suas sementes preenchem o miolo dispostas em dois conjuntos de espirais: geralmente, 21 no sentido horário e 34 no anti-horário
PINHA

As sementes crescem e se organizam em duas espirais que lembram a de Fibonacci: oito irradiando no sentido horário e 13 no anti-horário
PARTENON

Os gregos já conheciam a proporção, embora não a fórmula para defini-la. A largura e a altura da fachada deste templo do século V a.C. estão na proporção de 1 para 1,618
ARTES

Esse recurso matemático também foi uma das principais marcas do Renascimento. A Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, usa a razão na relação entre tronco e cabeça e entre elementos do rosto
AS GRANDES PIRÂMIDES

Mais um mistério: cada bloco é 1,618 vezes maior que o bloco do nível imediatamente acima. Em algumas, as câmaras internas têm comprimento 1,618 vezes maior que sua largura
ROSTO

Dizem que, nas faces consideradas mais harmoniosas, a divisão da distância entre o centro da boca e o “terceiro olho” pela distância entre esse ponto e uma das pupilas bate no 1,618
CORPO

Se um humano “mediano” dividir sua altura pela distância entre o umbigo e a cabeça, o resultado será algo em torno de 1,618
MÃOS

Com exceção do dedão, em todos os outros dedos as articulações se relacionam na razão áurea
GALÁXIA

fonte: mundoestranho.abril.com.br

domingo, 21 de fevereiro de 2016

PINEAL - A UNIÃO DO CORPO E DA ALMA


Frequentemente, a glândula pineal surge como o centro de nosso relacionamento com outras dimensões, e tem sido assim nas mais variadas correntes religiosas e místicas, há milhares de anos. O especialista no assunto, dr. Sérgio Felipe de Oliveira, conversou conosco sobre o assunto, mostrando os avanços da ciência no sentido de desvendar esse mistério.



O mistério não é recente. Há mais de dois mil anos, a glândula pineal, ou epífise, é tida como a sede da alma. Para os praticantes do ioga, a pineal é o ajna chakra, ou o "terceiro olho", que leva ao autoconhecimento. O filósofo e matemático francês Renê Descartes, em Carta a Mersenne, de 1640, afirma que "existiria no cérebro uma glândula que seria o local onde a alma se fixaria mais intensamente".

Atualmente, as pesquisas científicas parecem ter se voltado definitivamente para o estudo mais atento desta glândula. Estaria a humanidade próxima da comprovação científica da integração entre o corpo e a alma? Haveria um órgão responsável pela interação entre o homem e o mundo espiritual? Seria a mediunidade, de fato, um atributo biológico e não um conceito religioso, como postulou Allan Kardec?
Para responder a estas e outras perguntas, a revista Espiritismo & Ciência conversou com o psiquiatra e mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo, dr. Sérgio Felipe de Oliveira. Diretor-clínico do Instituto Pineal Mind, e diretorpresidente da AMESP (Associação Médico-Espírita de São Paulo), Sérgio Felipe de Oliveira é um dos maiores pesquisadores na área de Psicobiofísica da USP, e vem ganhando destaque nos meios de comunicação com suas pesquisas acerca do papel da glândula pineal em fenômenos ligados à mediunidade.

Fale um pouco sobre seu trabalho à frente da AMESP e do Instituto Pineal Mind.

A AMESP é uma associação de utilidade pública que reúne médicos dedicados ao estudo da relação entre a medicina e a espiritualidade. O Pineal Mind é minha clínica, um instituto de saúde mental, onde fazemos pesquisas e atendemos psicoses, síndromes cerebro-vasculares, ansiedades, depressão, psicoses infantis, uso de drogas e álcool. Temos um setor de psiconcologia (psicologia aplicada ao câncer) e estudamos também os aspectos psicossomáticos ligados à cardiologia, etc. Agora, particularmente nas pesquisas comportamentais, eu estudo os estados de transe e a mediunidade. Mas não pesquiso só a glândula pineal; ela é o que eu pesquiso no cérebro, interessado em entender a relação entre corpo e espírito.


O que é psicobiofísica?

É a ciência que integra a psicologia, a física e a biologia. Na biologia, estudamos o lobo frontal, responsável pela crítica da razão; mas o cérebro funciona eletricamente - aí entra a física, que serve de substrato para o pensamento crítico, que é o psicológico.

Quando surgiu seu interesse no aprofundamento do estudo da pineal?

Foi por volta de 1979/80, quando eu estava estudando a obra de André Luiz, psicografada por Chico Xavier. Em Missionários da Luz, a pineal é claramente citada. Nesta mesma época, eu já pleiteava o curso de Medicina. No colégio, estudando Filosofia, fiquei impressionado com a obra de Descartes, que dizia que a alma se ligava ao corpo pela pineal.Quando entrei na faculdade, corri atrás destas questões, do espiritual, da alma e de como isso se integra ao corpo.

O que é a glândula píneal, onde está localizada e qual a sua função no organismo?



A pineal está localizada no meio do cérebro, na altura dos olhos. Ela é um órgão cronobiológico, um relógio interno. Como ela faz isso? Captando as radiações do Sol e da Lua. A pineal obedece aos chamados Zeitbergers, os elementos externos que regem as noções de tempo. Por exemplo, o Sol é um Zeitberger que influencia a pineal, regendo 0 ciclo de sono e de vigília, quando esta glândula secreta o hormônio melatonina. Isso dá ao organismo a referência de horário. Existe também o Zeitberger interno, que são os genes, trazendo o perfil de ritmo regular de cada pessoa. Agora, o tempo é uma região do espaço. A dimensão espaço-tempo é a quarta dimensão. Então, a glândula que te dá a noção de tempo está em contato com a quarta dimensão. Faz sentido perguntarmos: "Será que a partir da quarta dimensão já existe vida espiritual?" Nós vivemos em três dimensões e nos relacionamos com a quarta, através do tempo. A pineal é a única estrutura do corpo que transpõe essa dimensão, que é capaz de captar informações que estão além dessa dimensão nossa. A afirmação de Descartes, do ponto em que a alma se liga ao corpo, tem uma lógica até na questão física, que é esta glândula que lida com a outra dimensão, e isso é um fato.

Outros animais possuem a epífise? Ela está relacionada á consciência?

Todos os animais têm essa glândula; ela os orienta nos processos migratórios, por exemplo, pois ela sintoniza o campo magnético. Nos animais, a glândula pineal tem fotorreceptores iguais aos presentes na retina dos olhos, porque a origem biológica da pineal é a mesma dos olhos, é um terceiro olho, literalmente.

Esta glândula seria resquício de algum órgão que está se atrofiando, ou estaria ligada a uma capacidade psíquica a ser desenvolvida?

Eu acredito que a pineal evoluiu de um órgão fotorreceptor para um órgão neuroendócrino. A pineal não explica integralmente o fenômeno mediúnico, como simplesmente os olhos não explicam a visão. Você pode ter os olhos perfeitos, mas não ter a área cerebral que interprete aquela imagem. É como um computador: você pode ter todos os programas em ordem, mas se a tela não funciona, você não vê nada. A pineal, no que diz respeito à mediunidade, capta o campo eletromagnético, impregnado de informações, como se fosse um telefone celular. Mas tudo isso tem que ser interpretado em áreas cerebrais, como por exemplo, o córtex frontal. Um papagaio tem a pineal, mas não vai receber um espírito, porque ele não tem uma área no cérebro que lhe permita fazer um julgamento. A mediunidade está ligada a uma questão de senso-percepção.

Então, a ela não basta a existência da glândula pineal, mas sim, todo o cone que vai até o córtex frontal, que é onde você faz a crítica daquilo que absorve. A mediunidade é uma função de senso (captar)-percepção (faz a crítica do que está acontecendo). Então, a mediunidade é uma função humana.

A pineal converte ondas eletromagnéticas em estímulos neuroquímicos? Isso é comprovado cientificamente?



Sim, isso é comprovado. Quem provou isso foram os cientistas Vollrath e Semm, que têm artigos publicados na revista científica Nature, de 1988.

A parapsicologia diz que estes campos eletromagnéticos podem afetar a mente humana. O dr. Michael Persinger, da Laurentian University, no Canadá, fez experiências com um capacete que emite ondas eletromagnéticas nos lobos temporais. As pessoas submetidas a essas experiências teriam tido "visões" e sentiram presenças espirituais. O dr. Persinger atribui esses fenômenos à influência dessas ondas eletromagnéticas O que o senhor teria a dizer sob isso?

Veja, o espiritual age pelo campo eletromagnético. Então, dizer que este campo interfere no cérebro não contraria a hipótese de uma influência espiritual. Porque, se há uma interferência espiritual, esta se dá justamente pelo campo eletromagnético. Quando se fala do espiritual, em Deus, a interferência acontece na natureza pelas leis da própria natureza. Se o campo magnético interfere no cérebro, a espiritualidade interfere no cérebro PELO campo magnético. Uma coisa não anula a outra. Pelo contrário, complementam-se.

A mediunidade seria atributo biológico e não um conceito religioso? Existe uma controvérsia no meio cientifico a esse respeito?



A mediunidade é um atributo biológico, acredito, que acontece pelo funcionamento da pineal, que capta o campo eletromagnético, através do qual a espiritualidade interfere. Não só no espiritismo, mas em qualquer expressão de religiosidade, ativa se a mediunidade, que é uma ligação com o mundo espiritual.

Um hindu, um católico, um judeu ou um protestante que estiver fazendo uma prece, está ativando sua capacidade de sintonizar com um plano espiritual. Isso é o que se chama mediunidade, que é intermediar. Então, isso não é uma bandeira religiosa, mas uma função natural, existente em todas as religiões. E isso deve acontecer através do campo magnético, sem dúvida. Se a espiritualidade interfere, é pelo campo eletromagnético, que depois é convertido, pela pineal, em estímulos eletroneuroquímicos. Não existe controvérsia entre ciência e espiritualidade, porque a ciência não nega a vida após a morte. Não nega a mediunidade. Não nega a existência do espírito. Também não há uma prova final de que tudo isto existe. Não existe oposição entre o espiritual e o científico. Você pode abordar o espiritual com metodologia científica, e o espiritismo sempre vai optar pela ciência. Essa é uma condição precípua do pensamento espírita. Os cientistas materialistas que disserem "esta é minha opinião pessoal", estarão sendo coerentes. Mas se disserem que a opção materialista é a opinião da ciência, estarão subvertendo aquilo que é a ciência. A American Medicai Association, do Ministério da Saúde dos EUA, possui vários trabalhos publicados sobre mediunidade e a glândula pineal. O Hospital das Clínicas sempre teve tradição de pesquisas na área da espiritualidade e espiritismo. Isso não é muito divulgado pela imprensa, mas existe um grupo de psiquiatras lá defendendo teses sobre isso.

Como são feitas as experiências em laboratório?

Existem dois tipos: um, que é a experiência de pesquisa das estruturas do cérebro, responsáveis pela integração espírito/corpo; e outra, que é a pesquisa clínica, das pessoas em transe mediúnico. São testes de hormônios, eletroencefalogramas, tomografias, ressonância magnética, mapeamento cerebral, entre outros. A coleta de hormônios, por exemplo, pode ser feita enquanto o paciente está em estado de transe. E os resultados apresentam alterações significativas.

As alterações em exames de tomografia, por exemplo, são exclusivas ou condizentes com outras patologias? O senhor descarta a hipótese de uma crise convulsiva?

Isso é bem claro: a suspeita de uma interferência espiritual surge quando a alteração nos exames não justifica a dimensão ou a proporção dos sintomas. Por exemplo: o indivíduo tem uma crise convulsiva fortíssima, é feito o eletroencefalograma e aparece uma lesão pequena. Não há, então, uma coerência entre o que está acontecendo e o que o exame está mostrando. A reação não é proporcional à causa. A mediunidade mexe com o sistema nervoso autônomo - descarga de adrenalina, aceleração do ritmo cardíaco, aumento da pressão arterial.

Como o senhor diferencia doença mental de mediunidade?

Na doença mental, o paciente não tem crítica da razão; no transe mediúnico, ele tem essa crítica. Quando o médium diz que incorporou tal entidade espiritual, mas que ele, médium, continua sendo determinada pessoa, ele usou a crítica, julgou racionalmente o que aconteceu. Agora, um indivíduo que diz ser Napoleão Bonaparte? Aí ele perdeu a crítica da razão. Essa é a diferença. O que não quer dizer que o indivíduo que esteja em psicose não possa estarem transe também. A mediunidade se instala no indivíduo são, ou pode dar uma dimensão muito maior a uma doença. A mediunidade sempre vai dar um efeito superlativo. Se a pessoa alimenta bons sentimentos, ela cresce. Se ela tem uma doença, aquela doença pode ficar fora de controle.

É verdade que a pineal se calcifica com a meia-idade? E essa calcificação prejudica a mediunidade?

Não, a pineal não se calcifica; ela forma cristais de apatita, e isso independe da idade. Estes cristais têm a ver com o perfil da função da glândula. Uma criança pode ter estes cristais na pineal em grande quantidade enquanto um adulto pode não ter nada. Percebemos, pelas pesquisas, que quando um adulto tem muito destes cristais na pineal, ele tem mais facilidade de seqüestrar o campo eletromagnético. Quando a pessoa tem muito desses cristais e sequestra esse campo magnético, esse campo chega num cristal e ele é repelido e rebatido pelos outros cristais, e este indivíduo então apresenta mais facilidade no fenômeno da incorporação. Ele incorpora o campo com as informações do universo mental de outrem. É possível visualizar estes cristais na tomografia. Observamos que quando o paciente tem muita facilidade de desdobramento, ele não apresenta estes cristais.

As crianças teriam mais sensibilidade mediúnica?

A mediunidade na criança é diferente da de um adulto. É uma mediunidade anímica, é de saída. Ela sai do corpo e entra em contato com o mundo espiritual.

A pineal pode ser estimulada com a entoação de mantras, como pregam os místicos?

A glândula está localizada em uma área cheia de líquido. Talvez o som desses mantras faça vibrar o líquido, provocando alguma reação na glândula. Os cristais também recebem influências de vibração. Deve vibrar o líquor, a glândula, alterando o metabolismo. Teria lógica.

fONTE:WWW.IPPB.ORG.BR

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

As Origens do Incenso





A origem do incenso é tão antiga quanto a história da humanidade. Os antigos, ao fazerem as suas fogueiras perceberam que a fumaça subia ao céu e como acreditavam que os deuses também moravam no céu, pensaram que seria um bom modo de agradar os deuses.

E com a intenção de agradar a esses deuses, começaram a queimar em suas cerimônias, ervas aromáticas, madeiras, o que tivese um odor agradável, e dessa forma provavelmente foi feito o primeiro incenso.
A origem da palavra "perfume" deriva do latim "Per" (através) e "fumus" (fumo) - indicando claramente que foi, a princípio, exalado por resinas queimadas no incenso.

Foi utilizado por todas as culturas conhecidas. Além de deixar o ambiente com um aroma agradável, o que propícia uma disposição mais harmônica e alegre nas pessoas, o perfume também possui qualidades anti-sépticas e bactericidas.

Acender um incenso é um convite ao relaxamento, uma pausa bem-vinda à agitação da vida. Além de perfumar, ajudam a purificar e harmonizar os ambientes.

Era uso antigo espalhar resina e ervas aromáticas sobre carvões acesos para purificar o ar e afastar o perigo de infecções. Num primeiro momento, a fumaça tinha um valor catártico (de purificação, de relaxamento) e também apotropaico (o de afastar ou destruir as influências maléficas provenientes de pessoas, coisas, animais, acontecimentos).

O uso desta resina perfumada não era exclusivo do culto religioso.
O incenso não era queimado somente nos templos, mas também nas casas; as incensações exalavam perfume e, ao mesmo tempo, tinham um fim higiênico.
O incenso foi sempre considerado como algo muito precioso. Era utilizado em todas as cerimônias e funções propiciatórias, sobretudo queimado diante de imagens divinas nos ritos religiosos de muitos povos e, ao se sublimarem as concepções religiosas, as espirais de incenso, em quase todos os cultos, converteram-se em símbolo da oração do homem que sobe até Deus.

Desde tempos imemoriais, perfumes e o incenso têm sido usados em festas religiosas de coroação de druidesas com verbena e outras ervas sagradas, ungindo os sacerdotes com óleo sagrado perfumado e estimulando a criação de uma atmosfera devocional nos santuários.

Sabia-se que os óleos usados nas pessoas ajudavam ao indivíduo, e que o incenso quando queimado tinha o poder de atrair anjos ou reservas beneficentes da natureza.

Além disso, possuía o poder de repelir espíritos malignos. Conseqüentemente, os antigos, em sua sabedoria, fizeram dele uso abundante nos seus rituais - tanto para atrair boas influências, quanto para exorcizar as más.

A história revela uma relação perpétua entre o incenso e as observâncias religiosas de todas as épocas

Felizmente, alguns dos papiros de uma das mais antigas civilizações - o Egito - sobreviveram aos séculos e elucidaram muitas das práticas espirituais e rituais religiosos daqueles tempos.
O incenso era aparentemente uma parte vital dos seus rituais e era preparado com o máximo cuidado e precisão e foi do Egito que, pela primeira vez, nos chegou a ciência do incensamento.

O incenso sacro egípcio, chamado "khyphi", era feito de uma fórmula especial. Preces e encantamentos eram utilizados durante a mistura dos ingredientes para impregnar o material com os poderosos pensamentos dos sacerdotes, sendo uma tarefa de particular importância - os sacerdotes escolhidos para cultivar as árvores e plantas sagradas (das quais se fazia o incenso) viviam uma vida de pureza e austeridade para cumprir sua, tarefa espiritual com perfeição.

Seu cuidado, carinho e reverência eram imensos, pois acreditavam que as plantas vivas se beneficiavam das atenções e radiações dos seres humanos - um fato que hoje está sendo provado por cientistas e botânicos modernos (vide Máquina de Kirlian).

Os árabes por sua vez, extraíram seus conhecimentos sobre os efeitos do incenso, do Antigo Egito e rapidamente desenvolveram o uso de perfumes e óleos em uma arte altamente evoluída até hoje conhecida e cultuada.
O uso abundante do incenso na Corte e na Igreja tornou-se um símbolo de poder e riqueza e gradativamente os perfumes tornaram-se conhecidos e utilizados por todas as culturas clássicas da Europa.

Hipócrates, Críton e outros médicos-filósofos consideraram os perfumes como uma ajuda vital nas terapias de cura e classificaram-nos como medicamentos, receitando-os para tratamento, especificamente nos casos de problemas nervosos de vários tipos.

A "História Natural" de Plínio cita numerosos perfumes florais para serem usados como remédios naturais. O filósofo grego Theofrasto acreditava que algumas doenças tornavam-se mais agudas pelo uso da inalação de perfumes estranhos à natureza da pessoa, sendo então necessário um perfume equilibrante para a cura.

Diz ele que naquela época 200 A.C. - o perfume da rosa foi elaborado mergulhando-se as flores em vinho doce, indicando que havia uma experimentação na arte da destilação e um interesse vital em óleos essenciais.

Os hebreus eram familiarizados com o uso do incenso e óleo de ungimento sacro, que se dizia serem compostos de mirra, canela doce, cálamo, cássia e óleo de oliva.

Seu incenso foi introduzido por Ordem Divina "Deveis construir um altar para queimar incenso sobre ele... e Aarão deverá queimar ali incenso todas as manhãs".

Queimar incenso nas rezas permaneceu um costume através dos séculos. Velas perfumadas foram usadas na época de Constantino e sem dúvida, o incenso também, mas não, de modo algum, na Igreja Cristã antes do século IV.

Daí então, sua popularidade no ritual da igreja cresceu regularmente até que - aproximadamente no século XVI - óleos aromáticos e resinas foram aceitos como necessários para o uso no incenso, nas igrejas e nas capelas privativas dos soberanos.

O incenso era conhecido e empregado pelo povo das antigas dinastias chinesas para exorcizar maus espíritos de pessoas possuídas por entidades demoníacas - pessoas em dificuldades mentais similares àquelas muitas que se encontram hoje em casas de saúde, clínicas psicoterapêuticas e hospitais.

O incenso era queimado para purificar a atmosfera e livrar o ambiente de qualquer espírito que estivesse assombrando ou perturbando uma casa particular.

Além desses propósitos, os chineses eram tão conhecedores quanto os egípcios no seu uso do incenso nas cerimônias religiosas e deliciavam-se com o uso de outras fragrâncias exóticas existentes no Oriente.
Parecem ter utilizado como ingredientes de seu incenso, o sândalo, o almíscar (musk) e flores como o jasmim. Sabe-se que Confúcio teria elogiado o incenso e recomendado o seu uso.

O uso do incenso na Índia é encontrado em todos os antigos registros daquele país, e a origem e os propósitos do incensamento foram transmitidos desde os mais remotos tempos do começo da cultura indiana até os nossos dias - ainda hoje é o primeiro pais do mundo na sua produção.

São muito utilizados os incensos feitos com óleos de rosa, jasmim, pandang, champac, patchouli, sândalo, cipreste e outros, cada um criando um efeito distinto para o ritual religioso e para o uso pessoal caseiro.
Os astecas usavam incenso nos ritos processionais e em sacrifícios, festivais e festas. Seu deus Quetzalcoatl teria se deliciado com os perfumes aromáticos e incensos onde eles usavam a resina copal, juntamente com uma planta rara, que se supõe induzia nos devotos estados de consciência semelhantes a um transe.

O incenso foi gradualmente incorporado no ritual eclesiástico em todos os lugares, tendo permanecido até os dias de hoje na maioria das igrejas onde antigas cerimônias são ainda celebradas.

Aqueles que são sensíveis à atmosfera podem sentir o aumento do poder espiritual trazido até nós com a ajuda do ritual de incensamento.


Os usos rituais, segundo os Ciganos

Madeira: abre caminhos

Rosa: limpeza, boas vibrações

Almíscar: para o amor e romance

Acácia: sucesso nos negócios

Amanda: limpeza do ambiente

Jasmim: para assunto de amor

Lótus: paz

Alecrim: limpeza do ar

Benjoim: proteção e sucesso

Ópio: energização de objeto ou ambiente

Patchuli: grandes paixões

Sândalo: viagem astral

Dama-da-noite: encontros amorosos

Mirra: limpeza de rituais

Flor-de-laranja: calmante

Maçã verde: boa saúde, alegria, amor

Mil-flores: contra inveja

Campestre: estimula intuição e atividade mental

Espiritual: elevação espiritual

Absinto- estimula a imaginação, criatividade e sensualidade

Acácia- rituais mágicos para atrair dinheiro e prosperidade

Alecrim- proteção

Alfazema- relaxar e acalmar a mente, tranqüilidade nos relacionamentos

Almíscar- afrodisíaco

Aloe Vera- purifica ambientes, estimula sensibilidade e meditação

Âmbar- afrodisíaco

Angélica- conexão com as esferas angelicais

Aniz Estrelado- positividade no material e emocional

Arruda- limpeza, purifica os ambientes

Baunilha- relaxa e tonifica

Benjoim- purifica, atrai energia positiva

Camomila- acalma e relaxa


Canela- tem ação antidepressiva, aumenta a alegria de viver, prosperidade

Capim Limão- atua em pessoas tristes e desanimadas

Cedro do Oriente- atrai prosperidade

Chocolate- restaura a energia

Cravo- estimula energia, prosperidade

Dama da Noite- afrodisíaca

Erva Cidreira- relaxamento

Erva Doce- tranqüilidade e sensibilidade

Eucalipto- concentração e raciocínio

Flor de Laranjeira- acalma, relaxa

Flor do Campo- traz a harmonia da natureza

Floral- tranqüiliza e relaxa

Hortelã- antidepressiva

Jasmim- relaxante

Lavanda- relaxa a mente, tranqüilidade nos relacionamentos

Lírio- eleva pensamentos para busca da espiritualidade

Lótus- meditação, conhecimento espiritual

Lua- amor, paz, amplia intuição

Maçã Verde- saúde física

Madressilva- segurança emocional, elimina traumas do passado

Manjericão- proteção espiritual

Mel do Oriente- promove união e adoça as relações

Mirra- prece e oração

Morango- vitalidade e energia

Musk- afrodisíaco

Musgo de Carvalho- regenerador de energias, utilizado em magias

Noz Moscada- atrai dinheiro, aumenta segurança emocional

Opium- sensualidade, êxtase

Patchouli- paz de espírito, meditação e intuição

Sândalo- meditação e práticas espirituais

Violeta- combate a timidez, insegurança, fortalece a personalidade

Rosa Amarela- sucesso, prazer, riqueza

Rosa Branca- pureza e paz, harmonia

Rosa Buquê- harmonia e bem estar

Rosa Vermelha- amor, paixão, afrodisíaco


Fonte: Benzen.uol

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Energizando a nossa casa com as plantas

Há muito tempo as plantas são escolhidas para decorar espaços, sejam de uma casa, do escritório, de grandes centros de negócios, dentre outros, já que além de darem um toque mais fresco e natural a esses espaços também acredita-se que melhoram o fluxo de energia positiva evitando as energias negativas.
Conforme os especialistas no assunto, determinadas plantas têm mais capacidade de atrair energias positivas e nos dar a sensação de bem-estar diariamente em comparação com outras. É necessário esclarecer que essas plantas devem estar vivas, ou seja, devemos mantê-las saudáveis em um vaso e lhes proporcionar os cuidados especiais. Deixando isso em claro, falaremos a seguir das dez melhores plantas pra atrair energias positivas. Confira!

1. Cacto

Os cactos são bem charmosos e oferecem um toque decorativo muito especial aos espaços de casa ou do escritório. É uma planta que requer cuidados especiais para sobreviver e diz-se que teria a capacidade de afastar a inveja, os intrusos, pessoas mal intencionadas, hipócritas e absorver energias eletromagnéticas dos eletrodomésticos.


 Hortelã

Além de ser uma planta com muitos benefícios para a saúde, existe um misticismo em torno da hortelã e muitas pessoas a utilizam acreditando que seria capaz de nos proteger de malefícios e inveja das pessoas. A hortelã é a planta do bem-estar e acredita-se que quem tem um pé fresco da planta em casa atrai a prosperidade econômica.

3. Bambu

O bambu entrou na moda para decorar a casa, pois além de conferir um toque muito sofisticado a ambientes como a sala, também se tornou popular por atrair boas energias. Diz-se que o bambu combina o crescimento e a água, oferecendo pureza, transparência e vida aos ambientes. Ter essa planta em casa nos fornecerá sensação de bem estar, tranquilidade e afastará a inveja.


4. Jasmim

O jasmim é conhecido como uma planta ideal para casais, pois beneficia as relações no que diz respeito ao campo espiritual. É recomendável tê-la no quarto e/ou nos espaços que você compartilha mais com seu(a) companheiro (a), já que atrai boas energias para fortalecer o romance e o relacionamento.

5. Alecrim

O alecrim é uma planta com ótimos benefícios medicinais, utilizados e aproveitados desde a antiguidade em muitas culturas. No nível espiritual, essa planta é conhecida por atrair amores sinceros e a felicidade. Além de manter um pé fresco de alecrim em casa é recomendável colocar uns raminhos em saquinhos de tecido e distribuí-los em vários espaços de casa para atrair a felicidade para todos que a rodeiam.


6. Menta


A menta é uma planta com muitas propriedades medicinais que podemos aproveitar a qualquer momento. Ter essa planta em casa não garantirá apenas saúde, mas também promoverá as vibrações positivas em qualquer ambiente. Diz-se que a menta combate más vibrações e ajudaria a combater a insônia. Também ajuda a melhorar a comunicação no ambiente de casa.
7. Tomilho
O tomilho é uma planta que desde a antiguidade é utilizada para afastar os ambientes de más vibrações. A planta é considerada como purificadora, pois combate energias negativas, evita pesadelos e promove a autoestima. Ter ela em casa assegura a proteção do lar e de seus habitantes.


8. Crisântemo

Os crisântemos são conhecidos por sua beleza e por nos oferecer a sensação de bem-estar no lar. Essa planta promove a felicidade e o bom humor, por isso é recomendada para espaços onde existe tensão constante e/ou discussões. Os crisântemos estão relacionados com uma vida de relaxamento.


9. Eucalipto

Essa planta tem a capacidade de combater e afastar as más vibrações, que quase sempre chegam com pessoas invejosas e mal-intencionadas. É recomendada para ambientes de negócios, escritórios, lojas, pois é uma planta que atrai a prosperidade. Também é ideal para conciliar melhor o sono e limpar os espaços de energias pesadas.


10. Babosa

É uma planta utilizada em rituais contra o azar e a inveja, pois se diz que é uma das mais fortes para combater más vibrações. É conhecida por atrair a prosperidade e as boas energias em qualquer lugar da casa onde estiver localizada.Popularmente acredita-se que quando a planta da babosa cresce e esbanja saúde é porque está atraindo boa sorte. Porém, se estiver murcha é porque absorveu energias negativas e nos protegeu.



fonte: melhorcomsaude.com